segunda-feira, novembro 29, 2021
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O que tem de bom nos primeiros celulares do Brasil com 5G

Você já deve ter notado a presença de 5G em muitas das operadoras brasileiras, prometendo velocidade estonteante e o futuro muito melhor do que podemos imaginar. Nós já falamos por aqui que a ideia é tudo isso mesmo, principalmente com a promessa de entregar mais bandas para essa rede já no ano que vem — ao menos para as capitais.

Motorola Moto G 5G Plus (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Motorola Moto G 5G Plus (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

O 5G é veloz e faz maravilhas para quem quer assistir um vídeo no YouTube em 4K e sem esperar buffer longo. Mas quão veloz? Com o 5G DSS em São Paulo, que dá um gostinho da tecnologia, foi possível passar fácil dos 300 Mb/s em plena Avenida Paulista — local cheio de gente, interferência e muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. É muito mais do que o necessário para assistir vídeos nesta resolução, mesmo que em outros serviços de streaming, como Netflix e Amazon Prime Video.

Com a aparição do 5G em rede de 3,5 GHz prometida para começar a partir de 2022 aqui em São Paulo, além do Distrito Federal e outras capitais do Brasil, o resultado tende a ser muito superior. Olhando também para o mesmo teste na Avenida Paulista, a rede de quinta geração escolhida para as operadoras pode garantir que o mesmo vídeo em 4K vai rodar praticamente sem buffer necessário e em um número maior de dispositivos ao mesmo tempo.

Latência menor é a chave essencial do 5G

É exatamente este ponto que vai impactar mais as pessoas, uma vez que o 4G já tende a ser veloz – mesmo com suas limitações. Como o 5G permite latência muito menor, uma só antena será capaz de suportar um número muito maior de usuários ao mesmo tempo. Imagine grandes centros, onde diversos prédios acomodam milhares de pessoas que resolveram assistir um filme em 4K ao mesmo tempo?

Motorola Edge+ (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Motorola Edge+ (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Com as redes 4G, o trabalho de distribuição do conteúdo para todos é mais demorado e exige o tal buffer para o conteúdo ser carregado antes de iniciar. Supondo um número mágico de 10 mil pessoas tentando assistir a noite de estreia de um episódio novo de Westworld, alguns soluços podem aparecer durante a reprodução do episódio. Já no 5G para as mesmas pessoas, o tempo para a antena entregar a cena de Robert Ford revelando mais segredos para Dolores é menor. Como consequência, ela entrega para mais pessoas no mesmo tempo utilizado pelo 4G.

Ou então ainda melhor: o fim do celular sem sinal dentro de um estádio de futebol cheio. Eu sei que o ideal é o torcedor curtir o momento do jogo, mas quem nunca pensou publicar a foto da comemoração do gol no Instagram e viu a mensagem de erro no topo da timeline? Quem estiver com um smartphone conectado à rede 5G não perderá o tempo desse exato momento.

Do Moto G ao Edge, Motorola está pronta para o 5G

Motorola Edge+ (Imagem: Divulgação/Motorola)

Motorola Edge+ (Imagem: Divulgação/Motorola)

Essa garantia pode permitir até mesmo um maior consumo de conteúdo via streaming na rua, sem que você espere chegar em casa enquanto desvia de spoilers nas redes sociais. Para isso, a Motorola já tem aparelhos prontos agora para este futuro, ou mesmo para o 5G DSS já presente em operadoras brasileiras.

É o caso do Moto G 5G que tem bateria grande, tela grande e preço camarada. Para quem quer o máximo do smartphone, pode olhar o Motorola Edge+. Já o gamer consegue tirar ainda mais proveito de partidas online sem sequer ver lag do personagem, com o Lenovo Legion Phone Duel para ficar em jogatina mesmo longe do Wi-Fi de casa.

O que tem de bom nos primeiros celulares do Brasil com 5G

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